La protección ambiental como norma y uso del territorio: el ejemplo del Sistema Nacional de Unidades de Conservación de la Naturaleza (SNUC) en Brasil

André Vieira Freitas, Mirlei Fachini Vicente Pereira

Resum

El Sistema Nacional de Unidades de Conservación de la Naturaleza (SNUC) constituye un conjunto de mecanismos normativos para la creación y la gestión de áreas protegidas en Brasil a partir de la actuación integrada de las distintas esferas político-administrativas del Estado. Su diseño legal prevé una serie de “unidades de conservación” que buscan garantizar la conservación y la preservación ambiental. Además de presentar la estructura del SNUC y su materialización en el territorio brasileño, este trabajo hace una reflexión sobre sus objetivos como usos del territorio y normas territoriales. El principal aporte pretendido es el desarrollo de una forma de leer la planificación territorial que sea alimentada por el marco teórico propio de la geografía, para así alcanzar una comprensión integral de las áreas protegidas como elementos inherentes a la dinámica del uso del territorio en Brasil.

Paraules clau

protección ambiental — unidades de conservación — territorio usado

Text complet:

PDF (Español (España))

Referències


Andrade Pérez, A. (Coord.). Aplicación del enfoque ecosistémico en Latinoamérica. CEM/IUCN. Bogotá, 2007.

Antas Jr, R. M. Território e regulação: espaço geográfico como fonte material e não-formal do direito. Humanitas/FAPESP. São Paulo, 2005.

Barbosa, H. C. “Aspectos que estruturam o sistema nacional de unidades de conservação da natureza”. Revista Jurídica da UniFil, núm. 5, 2018, p. 38-54. Recuperado de <http://periodicos.unifil.br/index.php/rev-juridica/article/view/613/564> [Última consulta, 13 de mayo de 2020].

Burns, R. C.; Moreira, J. C. “Visitor Management in Brazil’s Protected Areas: Benchmarking for Best Practices in Resource Management”. The George Wright Forum, núm. 2, 2013, p. 163-170. Recuperado de <http://www.georgewright.org/302burns.pdf> [Última consulta, 13 de mayo de 2020].

Cataia, M. A. “Território político: fundamento e fundação do Estado”. Sociedade & Natureza, núm. 1, 2011, p. 115-125. Recuperado de https://doi.org/10.1590/S1982-45132011000100010

Fonseca, A. A. J. S. (et al). Reflexões sobre a criação das unidades de conservação no Brasil e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Revista de Geografia (Recife), núm, 36, 2019, p. 97-111. Recuperado de <https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistageografia/article/download/239824/34074> [Última consulta, 13 de mayo de 2020].

Garcia, L. M. (et al). “Conceitos Geográficos na gestão das Unidades de Conservação brasileiras”. GEOgraphia, núm. 42, 2018, p. 53-62, <https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2018.v20i42.a13832>.

Garcia de Berrios, O. (et al). “Conservación y preservación ambiental: lineas de acción educativa para la des-afectación ambiental”. Revista Academia, núm. Especial, 2014, p. 47-57. Recuperado de <http://bdigital.ula.ve/storage/pdf/academia/v13ns1/art05.pdf> [Última consulta, 13 de mayo de 2020].

Gomes, M. S (et al). “O potencial político da categoria ‘território usado’”. En: Steinberger, M. (Coord.). Território, Estado e políticas públicas espaciais. Ler Editora. Brasilia, 2013, p. 65-87.

Medeiros, R. Evolução das tipologias e categorias de áreas protegidas no Brasil. Ambiente & Sociedade, núm 1, 2006, p. 41-64, <https://doi.org/10.1590/S1414-753X2006000100003>.

Medeiros, R. (et al). “A proteção da natureza no Brasil: evolução e conflitos de um modelo em construção”. RDE – Revista Brasileira de Desenvolvimento Econômico, núm. 9, 2004, p. 83-93. Recuperado de <https://revistas.unifacs.br/index.php/rde/article/view/115>. [Última consulta, 13 de mayo de 2020].

Ministério do Meio Ambiente (Brasil). Cadastro Nacional de Unidades de Conservação. Recuperado de <http://www.mma.gov.br/areas-protegidas/cadastro-nacional-de-ucs> [Última consulta, 13 de mayo de 2020].

Pereira, M. F. V. “O antagonismo das normas territoriais no sudoeste da Amazônia: território usado e conflito de interesses em Rondônia e Acre”. Geografia, núm. Especial, 2011, p. 107-117.

Pereira, M. F. V. “Território e política: práxis invertidas e desafios da existência”. Sociedade & Natureza, n. 1, 2011, p. 95-104, <https://dx.doi.org/10.1590/S1982-45132011000100008>

Ribeiro, A. C. T. “Território usado e humanismo concreto: o mercado socialmente necessário”. En: Ribeiro, A. C. T. (et al). Formas em crise: utopias necessárias. Arquimedes Edições. Rio de Janeiro, 2005, p. 194-212.

Santos, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. Editora da Universidade de São Paulo. São Paulo, 2008.

Santos, M. “O retorno do território”. Observatorio Social de América Latina. núm. 16, 2005. p. 251-261. Recuperado de <http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/osal/osal16/D16Santos.pdf> [Última consulta, 13 de mayo de 2020].

Santos, M. “A questão do meio ambiente: desafios para a construção de uma perspectiva transdisciplinar”. GeoTextos, núm. 1, 2006, p. 139-151, <http://dx.doi.org/10.9771/1984-5537geo.v1i1.3033>.

Santos, M. “O Território e o Saber Local: algumas categorias de análise”. Cadernos IPPUR, núm. 2, 1999, p. 15-26.

Santos, M. Por uma geografia nova: da crítica da geografia a uma geografia critica. Hucitec. São Paulo, 1986.

Santos, M. (et al). “O papel ativo da geografia: um manifesto”. Biblio 3W - Revista Bibliográfica de Geografía y Ciencias Sociales, num. 270, 2001. Recuperado de <http://www.ub.edu/geocrit/b3w-270.htm> [Última consulta, 13 de mayo de 2020].

Santos, M.; Silveira, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Record. Rio de Janeiro, 2008.

Silveira, M. L. “Globalización y territorio usado: imperativos y solidaridades". Cuadernos del CENDES, núm. 69, 2008, p. 1-19. Recuperado de <https://www.redalyc.org/pdf/403/40311392002.pdf> [Última consulta, 13 de mayo de 2020].

Silveira, M. L. “Concretude territorial, regulação e densidade normativa”. Experimental, núm. 2, 1997, p. 35-45.




DOI: https://doi.org/10.17345/rcda2823



Enllaços refback

  • No hi ha cap enllaç refback.


Copyright (c) 2020 Revista Catalana de Dret Ambiental