Etnoescuelas y sustentabilidad de las lenguas maternas indígenas: ni solo plural ni solo multicultural...

Ângela Irene Farias de Araújo Utzig, Marcia Andrea Bühring

Resum

El tema aborda las etnoescuelas en un contexto de sustentabilidad de las lenguas maternas indígenas, por entender que el histórico segregacionismo de los aborígenes creó un abismo entre ellos y los estudiantes no indígenas, lo cual se mantiene a causa de las etnopolíticas. Entonces, ¿qué debería hacer el Estado para mitigar ese cuadro y efectivamente insertar al  indígena en escuelas fuera de los espacios etnoeducacionales para que eficientemente pueda estudiar y aprender como ciudadano de un estado democrático de derecho ecológicamente equilibrado? El objetivo central de este trabajo es discutir las etnoescuelas a partir de una perspectiva más sostenible, resignificando conceptos tales como "territorios etnoeducacionales". Esto posibilitará la promoción de una educación eficiente, reduciendo desigualdades: una escuela más allá de un espacio multicultural y plural, etnoescolar en el mejor sentido, que operativamente inserte al estudiante indígena en pie de igualdad con los no indígenas, y sin pérdida del vínculo con sus lenguas maternas, superando el multiculturalismo y pluralismo, pero según la etnoescolaridad. La investigación se sustenta  en un enfoque cualitativo-descriptivo, guiada por el método deductivo. La hipótesis plantea que la falta de conocimiento del idioma portugués por estudiantes indígenas es un obstáculo para sus logros académicos. Como resultado, entendemos que la escuela necesita disponerse al cambio, para acoger a los indígenas con dificultades lingüísticas creadas por el histórico silenciamiento del colonizador y para ayudarlos a conquistar espacios de ciudadanía y de autonomía de saberes y sostenibilidad de su propia lengua en su ingreso, permanencia y salida exitosa de la escuela y en su acceso al mundo laboral, mediante instrumentos facilitadores y eficientes de dicho proceso de enseñanza.


Paraules clau

Etnoescuela; Sustentabilidad; Ingreso; permanencia y éxito escolar; Lengua materna indígena; Etnopolíticas públicas.

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DOI: https://doi.org/10.17345/rcda2757



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